PUBLICAÇÕES 

MORTE E RENASCIMENTO DA ANCESTRALIDADE INDÍGENA NA ALMA BRASILEIRA: PSICOLOGIA JUNGUIANA E INCONSCIENTE CULTURAL

Humberto Oliveira (org.)
Tereza Caribé – Humberto Oliveira – Andrea Cunha – José Jorge M. Zacharias – Sílvia Renata Medina da Rocha – Solange Missagia de Mattos – Gil Duque – Lygia Aride Fuentes – Ana Luisa Menezes, Walter Boechat.
Petrópolis: Vozes, 2020. 264 p.

“Este livro traz a exposição dos trabalhos sobre a alma brasileira apresentados no último congresso promovido pela Associação Junguiana do Brasil, em Bento Gonçalves/RS. Diversos especialistas falam aqui sobre a espiritualidade indígena do Brasil e o quanto a alma ancestral foi golpeada. Esta obra apresenta um roteiro temático do que aflige, do que enobrece, do que é possível, do que se passou, de como se pode pensar, de quão erroneamente já se pensou. O objetivo é tornar possível a utopia de manter intacta, digna, pulsante e criativa essa essência ancestral de nossa alma.”

IMAGINAÇÃO ATIVA: MATÉRIA-PRIMA DA CURA E QUINTESSÊNCIA DA ARTE.

Sonia Lyra (org.)
Jubal Sergio Dohms - Sonia Lyra - Guilherme Rocha de Toffol - Karine Fernanda Peroni - Regina Maria Grigório - Camila Mordaski Córdova - Paula Emiko Hayashi - Marcia Techy - Cláudia Reis - Albertina Läufer - Ana Sílvia de Andrade - Renata Borges - Sandra Regina Almeida - Maria Cristina Recco - Gabriela Molento - Iara Roman - Andréa Goulart de Carvalho - Adelaide de Faria Pimenta.
Curitiba: ICHTHYS, 2017. 249 p.

“Dando continuidade à trajetória da Imaginação Ativa no Brasil, a analista Sonia Lyra e seus convidados lançam o segundo livro da série sobre Imaginação Ativa. O primeiro livro, lançado no Symposium em 2016, na Capela Santa Maria, apresenta a história da Imaginação Ativa e reúne diferentes e possíveis abordagens da Imaginação Ativa incluindo as primeiras pesquisas científicas já realizadas nessa área e a diferenciação fundamental com a Imaginação Criativa. A segunda obra, Imaginação Ativa: matéria–prima da cura e quintessência da Arte, lançada no II Symposium realizado no Museu Oscar Niemeyer – MON – expande a compreensão do tema e convoca os interessados para um verdadeiro retorno ao mundo interior. Trata-se de lançar um olhar para outro fenômeno, que também é uma arte ou, na linguagem da psicologia junguiana, tomada da alquimia antiga, um opus. A arte de se tornar aquilo que se é; a arte de se tornar Si-mesmo.”

IMAGINAÇÃO ATIVA & CRIATIVA

Sonia Lyra (org.)
Jubal Sérgio Dohms - Sonia Lyra e Carlos Antonio Cardoso Harmath - Albertina Läufer - Adelaide de Faria Pimenta et al.
Curitiba: ICHTHYS, 2016. 336 p.

“Imaginação Ativa é um método de introspecção psíquica desenvolvido e experimentado por JUNG, muito semelhante aos exercícios espirituais de Santo Inácio de Loyola. Semelhante também ao trabalho com o corpo onírico desenvolvido por Arnold Mindel (analista junguiano da Suíça), onde se postula o confronto do eu com as imagens do inconsciente. Pela primeira vez são reunidas, numa única obra, algumas diferentes e possíveis abordagens da Imaginação Ativa, incluindo as primeiras pesquisas científicas já realizadas nessa área e a diferenciação fundamental com a Imaginação Criativa. O mundo da Imaginação Ativa é paradoxal e na sua extrema simplicidade está contida a sua extrema complexidade. Isso significa que ela é assunto pouco popular, acontecendo geralmente de modo mais teórico que prático, devido à grande exigência que se faz para a habilitação do profissional que irá utilizá-la na clínica. Ao mesmo tempo, o leigo pode servir-se dela com simplicidade, para manejá-la na interação com seu mundo interno, desde que bem orientado sobre o método.”

SIMBOLISMO DO HERÓI: UMA ABORDAGEM SOBRE A CIÊNCIA DO IMAGINÁRIO

Solange Missagia de Mattos
Curitiba: CRV, 2013. 130 p.

O arquétipo do Herói é um dos temas de referência da psicologia de Jung e diversos autores escreveram sobre ele. Entretanto, a abordagem de Solange Missagia de Mattos é original na medida em que articula a temática do Herói com a escola do imaginário de Gaston Bachelard e Gilbert Durand e com os temas abordados no Círculo de Eranos do qual Jung foi um dos mais proeminentes participantes.

BEIM TEUFEL ZUR BEICHTE GEHEN
DIE ARCHETYPISCHE DIMENSION DER RELIGIOSITÄT

Carlos Alberto Corrêa Salles
Frankfurt: S. Fischer Verlag GmbH, 2013. 167 p.

Mit viel Sachverstand und fundiertem Wissen geht der Autor auf Beispiele aus der Geschichte und der Vergleichenden Mythologie ein, um die Wandlungen aufzuzeigen, die die Imago Dei, das Bild Gottes, im Laufe der Zeit vollzogen hat. Dabei wird deutlich, dass der Mensch „Gott nach seinem Ebenbild geschaffen“ hat und dass es in der christlichen Tradition einen Kult des Leidens und der falschen Märtyrer gegeben hat. Dies wird auch durch die Parallelen erhellt, die er zwischen dem Konzept von C. G. Jung, der Frage nach dem Heiligen, des „Numinosen“, und den religiösen Phänomenen zieht. Daneben soll gezeigt werden, dass auch die religiösen Institutionen, ähnlich wie andere soziale Organisationen, dämonische Züge annehmen oder zu Werkzeugen sozialer Unterdrückung werden können, wenn sie ihren Machtbestrebungen unterliegen. „Beim Teufel zur Beichte gehen“ hat es sich zum Ziel gesetzt, der allgemeine Sprachlosigkeit der Menschen.

CONFESSAR COM O DIABO - A DIMENSÃO ARQUÉTIPA DA RELIGIOSIDADE

Carlos Alberto Corrêa Salles
Curitiba: CRV, 2012. 138p.

Com propriedade e erudição, o autor cita exemplos da história e da mitologia comparada para ilustrar as transformações da imago Dei, ao longo do tempo, afirmando que o homem “teria criado Deus à sua imagem”, e que haveria um culto do sofrimento e de falsos mártires na tradição cristã. Estabelece paralelos entre conceitos da teoria de Jung, a questão do sagrado, do Numinoso, e os fenômenos religiosos. Menciona que instituições religiosas, como as demais organizações sociais, podem se tornar demoníacas ou instrumentos de dominação social, sucumbindo às aspirações pelo poder. “Confessar com o diabo” é uma análise da perplexidade do homem comum frente às seitas religiosas e ao sagrado.

WIR SIND AUS DEMSELBEN STOFF, AUS DEM AUCH DIE TRÄUME SIND.

Carlos Alberto Corrêa Salles
Frankfurt: S. Fischer Verlag GmbH, 2012. 256 p.

Der Author bedint sich alter Mythen, Sagen und Legenden, um der Entwiclung menchlichen Persönlichtkeit nachzuspuren. Er verzichtet dabei bewusst auf die Verwendung von Fachtermini, die vielen Lesern nicht geläufig sind. Er möchte von einen möglichtst breiten Publikung verstanden werden, geht dabei aber ganz nach dem alten Wahlsprucht der Literatur vor, "prodesse et delectare“, wonach eine Belehrung auch erfreuen soll.

MYTHS AND LEGENDS FROM BRAZIL. In: CELEBRATING LATINO FOLKLORE: AN ENCYCLOPEDIA OF CULTURAL TRADITIONS.

Maria Herrera-Sobek (ed.)
Carlos Alberto Corrêa Salles et al.
Santa Barbara: ABC-CLIO, 2012. 3 v.

Folklore is an important affirmation of the cultural identity of the Latino people—one they are proud to pass on to each new generation and share with the rest of the world. Latino folklore encompasses a great variety of genres, such as folk narrative, song, dance, speech, food, clothing, children's games, theater, riddles, folk belief, folk medicine, and folk religion.

NOS SERTÕES DE GUIMARÃES ROSA

Carlos Alberto Corrêa Salles (org.)
Curitiba: CRV, 2011. 192 p.

A idéia de organizar este volume surgiu, inicialmente, em debates promovidos pelo Instituto C.G. Jung MG com os autores sobre suas andanças pelos sertões de Guimarães Rosa. Não são os sertões “de se pegar”, como dizia Carlos Drummond de Andrade nem os de Euclides da Cunha, mas os de outra natureza fantástica e imaginária. Guimarães Rosa menciona que “o mundo, meus filhos, é longe daqui”, longe das Minas Gerais. São os sertões das guerras dos jagunços onde o bem e o mal se confundem. Onde o rio tem uma terceira margem que existe e não se situa em nenhum lugar. Onde o mais simples, o Burrinho Pedrês, se torna o herói das aventuras. Onde habitam os casais dos pássaros manuelzinho-da-croa. Onde há veredas. Das aventuras de Riobaldo e Diadorim. São os do sertanejo com seu linguajar e expressões próprias. Dos “causos”. Não é “caso”, que diz respeito a fatos, ocorrências, mas “causos” da literatura oral mineira, nos quais o fato em si não importa, mas sua versão. Um bom causo mineiro tem que ter necessariamente algo fantástico, absurdo, e se tiver humor, tanto melhor. Este gênero da literatura se desenvolveu principalmente com os tropeiros que conduziam gado pelos sertões. Nas paradas para arranchar ao redor do fogo, com café com rapadura, os contadores de histórias se revezavam contando suas histórias. Desta forma, os autores deste livro em suas paradas os convidam para ouvir seus causos sobre os sertões.

ESTUDOS SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE: DEBATES JUNGUIANOS

Carlos Alberto Corrêa Salles e Jussara Maria de Fátima César e Melo (org.)
Gustavo Barcellos - Ítalo Mudado - Denise Amorelli Silveira - Vittorio Lingiardi
São Paulo: Vetor, 2011. 140 p.

Autêntico, envolvente, corajoso. O livro Estudos sobre a homossexualidade: debates junguianos questiona os conceitos simplistas e abre caminho a novos e relevantes debates. Resultado das palestras realizadas no XII Simpósio da AJB, promovido pelo Instituto C.G. Jung MG, trata-se de uma leitura oportuna e necessária nesses tempos em que é fácil rotular, árduo estudar e investigar os complexos processos internos que permeiam a vida de cada um. Da análise das relações amorosas na Grécia Antiga, passando pelos conceitos e preconceitos até os dias de hoje, o texto traduz a nova visão da homossexualidade não apenas como uma orientação sexual, mas principalmente como uma preferência afetiva.Na trama complexa de emoções, sentimentos, desejos, fantasias, o livro ajuda a dissolver preconceitos e equívocos e revela-se como importante fonte para compreendermos essa busca de todos nós, que é viver a bem-aventurança, a dignidade e a liberdade de fazer nossas próprias escolhas amorosas, tomando consciência do feminino e do masculino que mora em cada ser.

O LIVRO VERMELHO: LIBER NOVUS

C. G. Jung
Petrópolis: Vozes, 2010.

"Os anos durante os quais me detive nessas imagens interiores constituíram a época mais importante da minha vida. Neles todas as coisas essenciais se decidiram. Foi então que tudo teve início, e os detalhes posteriores foram apenas complementos e elucidações. Toda minha atividade ulterior consistiu em elaborar o que jorrava do inconsciente naqueles anos e que inicialmente me inundara: era a matéria-prima para a obra de uma vida inteira."
C.C.Jung, 1957

SONHOS: DO COTIDIANO AO ARQUETÍPICO

Dulcinéia da Mata Ribeiro Monteiro (org.)
Adroaldo Viola Coelho - Anita Mussi Klafke - Djalma Motta Argollo - Farley Rebouças Valentim -Fernando Rocha Nobre - Joel Sales Giglio - Jussara Maria de Fátima César e Melo - Maria Cecília Zanatta - Paulo Cesar de Pinho - Luiz Augusti de Queiroz - Sérgio Anauate
Rio de Janeiro: Wak, 2010. 232 p.

" Um sonho não compreendido é como uma carta não lida" - Talmude
Desvelar a riqueza de nossa vida onírica sempre despertou o interesse de vários estudiosos, principalmente de C. G. Jung que, de fato, mostrou como os sonhos são a via régia para o inconsciente, fonte inesgotável de sabedoria articulada à vida arquétipica. Daí a importância do trabalho com os sonhos, pois eles nos colocam em direção de nós mesmos, do autoconhecimento, e são instrumentos de transformação e equilíbrio psíquico e, portanto, de saúde.

SEXUALIDADE E INDIVIDUAÇÃO

Carlos Alberto Corrêa Salles e Jussara Maria de Fátima César e Melo (org.)
São Paulo: Vetor, 2007. 258 p.

Sexualidade e individuação. Assuntos complexos num primeiro olhar, mas que este livro consegue traduzir para o cotidiano de forma simples e, como não poderia deixar de ser, prazerosa. Do Banquete, de Platão, ao canto das lavadeiras em seu ofício, passando pelas brincadeiras sexuais dos índios Camaiurá e pela cultura libertina de Marquês de Sade, o livro faz um traçado das relações humanas tendo como eixo a necessidade de o indivíduo “ser aquilo que se é” em todos os aspectos, inclusive – e principalmente – na sexualidade.

A linguagem fácil que permeia este livro - fruto das palestras realizadas no XII Simpósio da AJB - leva o leitor a uma grande viagem pelos caminhos do conhecimento através da lente da sexualidade humana. Da Grécia Antiga ao Vale do Jequitinhonha, no interior de Minas Gerais, Eros entra na vida dos homens e mostra não só a força de sua presença, mas também a dor de sua ausência.

SOMOS FEITOS DA MATÉRIA DOS SONHOS

Carlos Alberto Corrêa Salles.
Rio de Janeiro: Record, 1998. 208 p.

“Obra importante não só para profissionais da área, mas para todas as pessoas que desejam saber mais a respeito da realidade do comportamento humano.  A escolha do conto dos irmãos Grimm, João de Ferro, de acordo com o autor, foi tomada como base e como ponto de partida para as discussões por sua riqueza simbólica e por trazer, em sua essência, a função predominante da educação do espírito. Ao se basear nesse conto, proporcionando a seus leitores um passeio mágico e fabuloso por uma infinidade de mitologias, crenças, manifestações folclóricas e religiosas dos mais distintos povos e, principalmente, de Minas Gerais. O estilo é o mesmo de As Mil e Uma Noites, e Salles explica: "Tem uma história que abre outra, e assim vai... " Com uma formação acadêmica rigorosa, Carlos Alberto Corrêa Salles imprime à obra o fascínio típico dos contadores de historias. Após formar-se em Medicina e Psiquiatria em Belo Horizonte, continuou seus estudos na Suíça com alguns dos mais conceituados discípulos diretos de Jung, no C.G. Jung-Institut Zürich. Ao voltar para seu país natal, Carlos Alberto Salles fundou o Instituto C.G. Jung MG e foi um dos fundadores da Associação Junguiana do Brasil, órgãos reconhecidos pela associação internacional, IAAP.”  Em síntese, “Um livro de cabeceira.”

DA APARÊNCIA E SEUS DISFARCES: POESIA

José James de Castro Barros
Belo Horizonte: Ação Comunitária, 1999. 117p.

Este livro comporta oito séries de poemas, assim denominadas: Secretas Declarações de amor, Circunlóquio dentro do Vazio, Tangente Secante ao Centro, Da Aparência e seus Disfarces, Canções de a breve Eternidade, Lapidações e outros poemas de Horror, Poemas Místicos e Blasfemos, Amor sólida Substância.

Neste livro se vê que as musas te falam, disse-me uma amiga. Embora grato pelo elogioso comentário, não posso aceitar essa afirmação que implicaria a existência de pessoas a quem as musas não falam. Elas falam a todos. Existem, sim, pessoas que esquecidas das fontes antigas, atribuem a fantasia, a inspiração e a criatividade apenas ao ego. Mas precisamos reconhecer as potências anímicas que falam a todos e que por suas características de poder damos o nome de deuses, musas, gênios ou anjos. Essas potências são fontes de inspiração, criatividade, capacidade de amar, de suportar as dificuldades, de transitar dentro delas e de sabê-las a um tempo eternas e transitórias. Minha experiência como analista confirma que não reconhecê-las é assumir responsabilidade demasiada, auto-endeusamento per se irreal, perigoso e alienante.

Estes seres do mundo da imaginação não necessitam de grandes ocasiões ou de especiais acontecimentos para se manifestar, fazem-no, dia a dia, transfigurando o comezinho e o banal através do cultivo de um olhar respeitoso apropriado para captar e ver através desses seres e do existir de si próprio.

Por isso concordo quando outra amiga diz que em meus escritos musas, deuses, et alii a partir do íntimo emprestam suas faces no íntimo de pequenos fatos, coisas e pessoas. E são reveladas na espontaneidade, sem aquela lógica, correção e clareza – polimentos e adocicamentos que costumamos pretender existentes. Ao contrário disto, segundo ela, essas poesias, até com certo medo, se encantam e deliciam no irracional, no ambíguo e absurdo cotidianos e, com choques surpresas, contradições, humor, nos trazem delícias e encantos: expressões de nossa vida diária prefigurada, por exemplo, pela sabedoria das narrativas de Homero e Hesíodo.

Citemos C. G. Jung: “Pois as palavras que oscilam entre a tolice e o sentido supremo são as mais antigas e as mais verdadeiras.” RB.

J. James de Castro Barros

INDIVIDUAÇÃO: O HOMEM E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO, O AMOR e O CONHECIMENTO

Carlos Alberto Corrêa Salles
Rio de Janeiro: Imago, 1992. 101 p.

A questão do amor e seus mitos no ocidente, de Eros como função psíquica de criação, relação entre os seres, relação com o mundo circundante, e evolução. Dos Sísifos modernos realizando tarefas alienadas e sem fim, rolando incessantemente pedras montanha acima que nunca chegam ao cume, tentando encontrar um sentido criativo e de realização pessoal naquilo que fazem. Das máscaras que se usam todos os dias, para se viver e se representar perante a sociedade. Do sentido da vida e da individuação, isto é, da realização da personalidade como um todo e de ser aquilo que se é, sem adjetivos complementares. Alguns dos temas apresentados nesse livro foram publicados originalmente em alemão, no periódico Analytische Psychologie, na Alemanha.

SONHOS ARQUETÍPICOS

Carlos Alberto Corrêa Salles.
Rio de Janeiro: Imago, 1990. 61 p.

Estudo dos sonhos nos processos analíticos, que leva o leitor a refletir sobre alguns dos métodos usados na práxis junguiana, como a amplificação e a imaginação ativa com exemplos da literatura e da mitologia, que tornam a leitura mais acessível. Capítulos deste livro foram motivos de debates organizados e publicados pelo International Journal of Analytical Psychology de Londres. 

SOBRE NÓS

Fundado em 10/09/1991, o Instituto C.G. Jung MG é uma instituição de formação e desenvolvimento de analistas, filiada à Associação Junguiana do Brasil - AJB e à International Association for Analytical Psychology - IAAP.

LOCALIZAÇÃO

Rua dos Dominicanos, 165, Sala 402. Serra, BH/MG
CEP 30.210-480

+55 31 99703-9739

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